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Resoluções CMN 5.274 e BCB 538: Como Adequar sua Instituição Financeira com Soluções Open Source

Se você atua na área de TI ou Segurança da Informação de uma instituição financeira, corretora ou instituição de pagamento, com certeza o final do seu ano de 2025 foi mais agitado do que o esperado. No dia 18 de dezembro, o Banco Central e o Conselho Monetário Nacional (CMN) publicaram as Resoluções CMN nº 5.274 e BCB nº 538.

O que antes era considerado “boas práticas” ou “recomendações” agora se transformou em um conjunto rigoroso de normas, sendo 14 controles mínimos obrigatórios. E tudo isso em um prazo apertado para adequação, ao qual se encerra em 1º de março de 2026.

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Provimento Nº 213: Como Implementar SIEM Wazuh em Cartórios Brasileiros

Se você trabalha com infraestrutura de TI ou é responsável pela gestão de um cartório, provavelmente já sabe que será obrigado a implementar um modelo de auditoria e segurança avançado. O Provimento Nº 213/2026 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) chegou como um verdadeiro marco regulatório, exigindo que as serventias extrajudiciais de todo o Brasil elevem significativamente seus padrões de segurança da informação. E não estamos falando de ajustes simples: a norma exige a implementação de um SIEM (Security Information and Event Management), trilhas de auditoria complexas, gestão de incidentes e planos de continuidade de negócios.

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A Necessidade de um Firewall Corporativo na Proteção de sua Infraestrutura

A integridade da infraestrutura de TI e a garantia das operações dependem diretamente de uma proteção robusta do perímetro de rede. No atual cenário de cibersegurança, onde ameaças automatizadas são constantes, a exposição a ambientes externos exige um controle rigoroso sobre todo o tráfego de dados que cruza a fronteira da organização.

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OpenCTI: Estruturação e Análise de Ameaças Cibernéticas

A realidade operacional das equipes de segurança modernas é definida por um volume massivo e crescente de dados. Alertas de sistemas de detecção, logs de infraestrutura, relatórios de vulnerabilidades e notícias sobre novas ameaças chegam em um fluxo contínuo de fontes distintas. Este cenário é um desafio para empresas que reconhecem que sua infraestrutura de TI atual precisa de melhorias para otimizar os resultados do negócio.

O problema central não é a falta de informação, mas a incapacidade de conectar esses dados de forma coerente. Essa sobrecarga de informação não estruturada dificulta a análise e a priorização de ameaças, impedindo uma visão estratégica e mantendo as equipes em um ciclo constante de reatividade. Isso afeta diretamente a busca por maior eficiência operacional e a segurança dos sistemas de TI, comprometendo a capacidade de proteger os ativos da empresa de forma proativa.

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